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Imposto de Renda - IRPF

IRPF 2021: já está na hora de prestar contas para a Receita Federal?

Separação de documentos e recebido pode facilitar envio da declaração de IR, evitando com que se caia na malha fina da Receita Federal.

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Receita Federal

Ainda que o programa do Imposto de Renda (IR) não esteja disponível para baixar e não seja o período de declaração, se antecipar na organização dos documentos é importante. O planejamento tributário pessoal, com a união dos recibos e demais informações, pode auxiliar no preenchimento da declaração e assim evitar o erro quando tiver que estar em dia com o Leão da Receita Federal.

Geralmente, as declarações ficam retidas na malha fina por conta de pendências no envio da declaração. Isso porque alguns cidadãos deixam de declarar algum rendimento ou o fazem de forma distinta do que consta na fonte pagadora.

A falha é fácil de ser identificada pela Receita Federal, pois as instituições informam à Receita sobre os pagamentos efetuados. Isso é possível apenas com o cruzamentos das informações, que ocorre de modo automatizado pelo programa.

A segunda falha popular é declarar dependentes que não se encaixam na categoria ou dependentes que não existem. Todos esses precisam ter o CPF informado no ato da declaração do IR.

Outros erros comuns são declarar gastos médicos que não ocorreram ou não são passíveis de comprovação. Mesmo que não seja necessário anexar os comprovantes no ato de declarar, a Receita pode solicitar os documentos quando julgar algo errado. Além disso, existem os erros de digitação.

Por fim, há o erro ao lançar os planos de previdência, Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e Programa Gerador de Benefício Livre (PGBL). Esses devem ser enviados de modo diferente e muitos confundem ao lançar.

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Imposto de Renda - IRPF

IR 2021: Proposta prevê restituição em até 10 dias após entrega da declaração

Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados pretende beneficiar cidadãos que perderam renda durante a pandemia.

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Imposto de Renda

O Projeto de Lei 1533/2020, que tramita na Câmara dos Deputados, propõe que o pagamento da restituição do Imposto de Renda 2021, ano-base 2020, seja realizado à medida em que as declarações de ajuste anual forem entregues, até o prazo máximo de 10 dias contados a partir da data de recebimento pela Receita Federal.

A proposta, de autoria do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), insere dispositivo na Lei 9.250/95, que trata do Imposto de Renda. O texto original previa que a regra também fosse aplicada para as restituições em 2020, referentes ao ano-base 2019, devido à pandemia de Covid-19.

“Vivemos um momento de esforço internacional para encarar o coronavírus na busca de minimizar os efeitos na saúde das pessoas e as consequências na economia”, destacou o autor. “Em razão das medidas de prevenção e isolamento, muitos tiveram a renda prejudicada”, justificou.

Atualmente, o Projeto de Lei tramita em caráter conclusivo, e em seguida será apreciado nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Imposto de Renda - IRPF

Receita Federal divulga calendário de restituições do Imposto de Renda 2021

Restituição será paga aos contribuintes entre os dias 31 de maio e 30 de setembro. Confira o cronograma completo.

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Imposto de Renda 2021

Na quarta-feira, 24, a Receita Federal divulgou que a temporada do Imposto de Renda 2021 inicia no dia 1º de março. Os contribuintes devem enviar a declaração até o dia 30 de abril. 

Quanto mais cedo o contribuinte enviar as informações ao órgão, maiores serão as chances de receber a restituição do imposto nos primeiros lotes. O programa de preenchimento da declaração vai estar disponível a partir de quinta-feira, 25, através do site da Receita. 

A Receita pagará a restituição do IR 2021 em cinco lotes, entre os dias 31 de maio e 30 de setembro, seguindo o cronograma: 

Lote Data da Restituição
31 de maio de 2021
30 de junho de 2021
30  de julho de 2021
31 de agosto de 2021
30 de setembro de 2021

O valor da restituição ficará disponível por um ano na agência bancária informada na declaração. Pessoas com alguma deficiência física ou mental ou com doença grave, bem como idosos têm prioridade no recebimento da restituição. 

Este ano, pessoas físicas podem optar pelo desconto simplificado, correspondente à dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na declaração, limitado a R$ 16.754,34. 

Os contribuintes podem preencher a declaração utilizando tablets e smartphones através do aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para Android e iOS. O serviço também vai estar disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Para acessá-lo, é preciso ter certificado digital. 

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Imposto de Renda - IRPF

IR: 3 milhões de brasileiros que receberam auxílio terão que devolver o dinheiro em 2021. Veja se está entre eles

A regra é válida para aqueles que receberam mais de R$ 22,8 mil em rendimentos em 2020, excluindo o benefício.

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Dinheiro - Real

A Receita Federal divulgou nesta quarta-feira, 24, as regras para a declaração do Imposto de Renda 2021, ano-base 2020. Os pagamentos recebidos pelo programa de auxílio emergencial no ano passado serão considerados como rendimentos tributáveis. Desta forma, contribuintes e dependentes que receberam o benefício e tiveram outras fontes de renda terão que declarar o IR.

A regra é válida para aqueles que receberam mais de R$ 22,8 mil em rendimentos, excluindo o benefício. Ademais, estas pessoas terão que devolver o dinheiro para o governo, por não serem elegíveis ao benefício de acordo com os critérios do programa. A estimativa da Receita é que cerca de 3 milhões de brasileiros estejam nesta situação.

A Receita Federal explicou que os contribuintes que “receberam auxílio emergencial e tiveram rendimentos acima de R$ 22.847,76 deverão devolver os valores recebidos do auxílio emergencial por ele e seus dependentes”.

Neste caso, ao preencher a declaração, o sistema da Receita Federal vai gerar uma mensagem automática dizendo que foram identificados rendimentos que ultrapassaram os limites da isenção, e portanto, o valor do auxílio emergencial deverá ser devolvido. O próprio sistema também irá gerar uma guia para o pagamento referente à devolução.

“Aquela pessoa que somente recebeu o auxílio emergencial e recebeu outro salário, mas até o limite, não está obrigado a apresentar a declaração e nem devolver o valor”, destacou o auditor fiscal responsável pelo Programa do Imposto de Renda, José Carlos Fernandes.

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