Conecte-se conosco

Finanças

Nubank lança produto para facilitar inserção no mercado de ações

Clientes ganharão uma nova facilidade para comprar e vender ações e BDRs. Confira os detalhes da nova campanha e das inovações do Nubank.

Publicado

em

Nos últimos meses, o Nubank tem anunciado novidades no setor de investimentos financeiros. Em breve, os clientes poderão comprar e vender ações e BDRs de empresas listadas na B3. A atualização ainda está sendo finalizada, mas deve ser disponibilizada ainda em 2021.

Leia mais: Brasileiros nascidos em outubro já podem sacar o FGTS

Democratização

Ao que parece, a compra e venda de ações é o próximo passo da fintech neste segmento de atuação. Afinal, recentemente, ela já lançou quatro linhas de fundos para investimentos. São elas: Nu Seleção Cautela, Nu Seleção Equilíbrio e Nu Seleção Potencial e Nu Ultravioleta.

Aliás, o fundo Nu Ultravioleta chegou quase que ao mesmo tempo que o novo cartão Ultravioleta. Um cartão bandeira Mastercard Black que será disponibilizado para diversos clientes.

Todas as inovações da empresa têm a meta de democratizar o acesso ao mercado financeiro. Pelo menos é isso o que a cofundadora da fintech, Cristina Junqueira, sempre defendeu.

“Há ações ou BDRs no mercado com valores acessíveis. E o primeiro passo para começar a investir é ter informação. Estudar o mercado e entender os riscos é super importante. Por isso, vamos fornecer bastante conteúdo e do jeito Nubank: bem simples e prático”. Foi isso o que disse Junqueira em material divulgado pela própria empresa.

Divulgação

Para disseminar a novidade, o Nubank criou uma campanha exclusiva para o tema de investimentos. Entitulada “Donos do Pedaço”, a iniciativa é composta por uma série de vídeos com 12 influencers.

De modo simples e bastante didático, a campanha vai explicar o que significada ser acionista. Na prática, ela vai definir o que ser o dono de um pedacinho de determinada empresa. Afinal, isso pode ser feito por meio de ações ou BDRs, além de outros investimentos.

Os convidados são grandes nomes de peso da internet brasileira. Eles incluem os canais do YouTube KondZilla, Manual do Mundo, Juliana Luziê, Futirinhas, entre outros.

Além disso, a fintech agora trará mais informações sobre a bolsa de investimentos em seu blog. Tudo isso para divulgar seu produtor do setor e ensinar novos e futuros clientes a investir.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Finanças

Na ponta do lápis: Quanto rende uma aplicação de R$ 200 por mês no Tesouro Direto?

Para começar a investir na modalidade não é necessário ter altos salários. Veja como investir com pequenos valores também pode ser vantajoso.

Publicado

em

Muita gente deixa de aplicar o que ganha por acreditar que precisa de muito para investir. A crença de que só grande fortunas valem a pena o esforço deve ser abdicada, principalmente quando o mercado das finanças oferece diferentes formas de fazer o dinheiro trabalhar sozinho.

Veja também: Novo Vale Gás de R$ 100 é aprovado; Benefício começa em outubro

Em suma, a pessoa não precisa ter altos salários e uma vida financeira já estabilizada para começar a investir de forma segura. É possível fazer isso em qualquer fase da vida, inclusive no caso de quem está dando os primeiros passos na vida profissional. Uma aplicação que tem ganhado popularidade no mercado é o Tesouro Direto.

Modalidades de títulos do Tesouro Direto

O indivíduo que pensa em investir nessa aplicação pode consultar a chamada “calculadora do Tesouro Direto”. Por ela, é possível acessar todos os títulos públicos disponíveis na atualidade, entendendo melhor sua forma de rentabilidade.

Atualmente, existem três modalidades de títulos:

  • Pós-fixados: onde os juros acompanham a taxa básica de juros da economia (Selic);
  • De inflação: aqui opera o juro fixo mais IPCA, medidor da inflação oficial do país;
  • Prefixados: garante juros fixos, ou seja, a pessoa já sabe a rentabilidade no momento da compra.

Qual a rentabilidade?

Pela calculadora do Tesouro Direto, o cliente pode se informar de maneira precisa sobre a remuneração das aplicações. A partir daí, ele pode decidir da melhor forma o quanto será investido além de definir o prazo de resgate do dinheiro no futuro.

Em um exemplo que considera uma primeira aplicação no valor de R$ 1 mil, seguida por aportes mensais no valor de R$ 200, um investimento em Tesouro Direito ficaria da seguinte forma (já considerando os resgates referentes ao Imposto de Renda):

  • Tesouro Prefixado 2024: R$ 8.568;
  • Tesouro Prefixado 2026: R$ 13.555; 
  • Tesouro Selic 2026: R$ 16.601; e
  • Tesouro IPCA 2026: R$ 15.246.

Continue lendo

Finanças

Unipar e Vale pagam os melhores dividendos do mercado

Enquanto indústria química exibiu DY de 28,26%, mineradora bateu 23,55%

Publicado

em

Sinal de que a velha busca de rentabilidade sempre renova, assim também é a preferência do investidor por ações de empresas que pagam, além dos proventos, dividendos acima da média, os chamados Dividend Yelds (DY) – índice que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações.

Destaque da temporada – Nesse sentido, o destaque da temporada fica para a Unipar (UNIP6), que pagou o maior volume em dividendos, nos últimos 12 meses até outubro corrente, quando a indústria química respondeu por quatro distribuições, totalizando um DY de 28,26% e R$ 8,02 em proventos.

Vale é vice – Na vice-liderança, a Vale (VALE3) distribuiu R$ 14,6 em dividendos nos últimos 12 meses, para um DY de 23,55%, bem superior aos rendimentos de títulos e demais produtos de renda fixa atrelados à Selic.

Maiores recordes – Os maiores percentuais citados podem ser considerados recordes, uma vez que, considerando a média de distribuição dos últimos cinco anos (2016 e 2020), a média de distribuição de dividendos da Unipar e Vale foi de 4,90% e 4,52%, respectivamente.

Companhias ‘cíclicas’ – Para o analista da Inversa Publicações, Nicolas Merola, essas companhias são cíclicas, ou seja, têm períodos em que ‘performam’ muito bem por determinadas situações de mercado, e períodos com desempenhos mais ‘mornos’. “São empresas que trabalham com segmentos básicos, como a parte de materiais, saneamento e energia, que são super beneficiadas por esse novo ciclo, que é o ciclo de inflação”, concluiu Merola.

Continue lendo

Finanças

Seguro para Pix Mercado Pago conta com indenizações de até R$ 10 mil

Aumento na taxa de crimes envolvendo o Pix fez com que a empresa criasse um seguro para casos de coação; veja como funciona.

Publicado

em

O Mercado Pago lançou nesta quinta-feira, 14, seu seguro para transações indevidas realizadas no Pix. A ferramenta surge em meio ao aumento no número de golpes e crimes relacionados ao sistema de pagamentos do Banco Central (BC). Pelo serviço são autorizadas indenizações de até R$ 10 mil mensais caso o cliente seja vítima de coação.

Leia mais: Revisão do FGTS pode pagar de R$ 14 mil a R$ 66 mil ao trabalhador

A novidade foi criada em parceira com a BNP Paribas Cardif e prevê atender cerca de 11 milhões de clientes que utilizam os cartões e contas Mercado Pago.

A princípio, a fintech vai oferecer dois planos. O primeiro, no valor de R$ 3,50 mensais, garante a proteção de perdas de até R$ 5 mil por mês por motivo de crimes com Pix. Já o segundo custa por mês R$ 5, porém garante indenização de até R$ 10 mil.

Em suma, o serviço é parte de um  pacote de proteção ao cliente, que também inclui cobertura contra roubo, perda, invalidez e até morte do cliente advinda do resultado de um crime.

Seguro do Pix cobre apenas casos de coação

Como explica o Mercado Pago, o seguro Pix vai indenizar apenas as situações em que o cliente realizar transações no sistema de pagamentos sob risco de sofrer danos físicos. A ferramenta também cobre saques em caixas eletrônicos sob coação e em caso de roubo do cartão. Para valer o serviço, os crimes precisam ser notificados no devido prazo.

De acordo com Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago, o serviço de segurança do Pix foi pensado para dar mais proteção aos usuários, que demonstravam ter cada vez mais medo de sequestros e de estarem envolvidos em situações de coação, sendo forçados a enviar múltiplas transferências via Pix para contas de criminosos.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS