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Economia

Magazine Luiza: linha de empréstimo e cartão de crédito para empresa

Nesta quinta-feira (12), o Magazine Luiza fez o anúncio da Fintech Magalu, que será um apoiador financeiro da empresa. Saiba mais!

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Na última semana, o Magazine Luiza fez o anúncio da Fintech Magalu, que será um apoiador financeiro da empresa. Isso depois da empresa efetuar a compra da Fintech Hub.

Veja também: Biografia de Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza

Nesse anúncio, a varejista anunciou dois novos produtos financeiros: uma linha de empréstimo pessoal para pessoa física e um cartão de crédito para empresas.

O objetivo do cartão de credito é alcançar, aproximadamente, os 160 mil vendedores que trabalham no marketplace da loja.

O crédito pessoal foi pensado para pessoas físicas e irá disponibilizar um limite de até R$ 5 mil com uma taxa de juros mensal entre 2,99% e 5%, a variação oscila de acordo o perfil do comprador. O prazo para o pagamento do cartão vai até 36 meses.

O empréstimo será feito totalmente online, o solicitante irá fazer a requisição pelo app, a avaliação será feita e o valor liberado será liberado.

Conforme as informações oficiais da empresa, a funcionalidade está sendo testada e a previsão é de que seja liberada até o final de maio.

A Magalu oferece produtos financeiros desde 2001, pelo LuizaCred. Nesse momento, todos os procedimentos serão feitos diretamente pelo MagaluPay e os valores poderão ser transferido via Pix para outras instituições financeiras.

“Na operação de crédito via LuizaCred, o risco fica na operação com o banco (Itaú Unibanco). Agora, começamos a de fato olhar para os dados, as informações que temos e montar uma metodologia de score (pontuação)”, afirma o diretor da Fintech Magalu, Robson Dantas.

A empresa também fez o anúncio que vai na direção de que a empresa se torne uma iniciadora para pagamentos e transações via Pix, tornando o método mais veloz, visto que acabará com a necessidade de copiar e colar as chaves.

Esse método deve começar a ser implementado na KaBum!, devido ao perfil das operações e do público que consome os produtos da plataforma.

Conforme o executivo informou, o processo já foi autorizado pelo Banco Central e está na fase de homologação pelas entidades competentes.

“Queremos começar por onde a penetração do Pix é expressiva no volume de transações. O copia e cola tem muita oportunidade de melhoria”, afirma Dantas.

Na visão do diretor executivo de Operações da Gouvêa Ecosystem e diretor da MosaicLab, Eduardo Yamashita, através dos novos produtos financeiros, a companhia segue o mesmo caminho de sucesso de outros varejistas internacionais, como AliExpress e Alibaba.

“É mais um movimento importante do Magalu, e que faz muito sentido. Eles dito em reuniões com investidores que estão montando um ecossistema muito robusto, e esse braço financeiro é um dos mais importantes para isso.

Com as aquisições dos últimos anos, já era esperado pelo mercado que passariam a estender a oferta de produtos”, analisa.

Yamashita afirmou que a oferta dos produtos financeiros é utilizada como um fator de atração para que a empresa consiga novos negócios:

“A partir do momento que você tem um sistema robusto, não só atrai mais vendedores, mas mantêm eles ali. O Magalu tem que se mostrar competitivo, senão não vai ganhar esse mercado.

E tem uma vantagem que é o conhecimento dos consumidores e das empresas que atuam no ecossistema, porque tem esses dados. Isso é um fator potencial inclusive de oferecer a melhor taxa de mercado se utilizarem bem esses dados.”

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