Curiosidades
Brasil aguarda chegada de 50 ararinhas-azuis para soltura no país
As aves estão sendo criadas na Alemanha, e a expectativa é que cheguem ao Brasil ainda em janeiro. Saiba mais.
As ararinhas-azuis estavam sendo consideradas extintas no Brasil há quase 20 anos, mas novamente será feita uma tentativa de reintrodução da espécie no país. Este é um projeto do Plano de Ação Nacional da Ararinha-Azul, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A expectativa é que ainda neste mês pelo menos 50 exemplares da espécie cheguem da Alemanha para serem reintroduzidos na caatinga brasileira.
No ano passado, em junho, 20 aves da mesma espécie foram soltas no território, mas três delas foram mortas por predadores naturais, que acabam sendo a principal causa da quase extinção.
Quem acaba causando este desequilíbrio são as aves de rapina, e mesmo sendo monitoradas pelo instituto, não há muito o que fazer nesse sentido, já que as aves acabam voando para muito longe.
Além dos riscos dos predadores naturais, existem também os traficantes de aves, que as vendem no mercado clandestino.
Tentativa de reintrodução em 2020
Em 2020 também aconteceu uma reintrodução de ararinhas-azuis no país. Foram 52 exemplares trazidos da Alemanha e soltos em Curaçá, na Bahia. Lá foi construído um ambiente onde essas aves podem viver de forma livre, porém controlada pelos pesquisadores.
Deste viveiro na Bahia já nasceram três filhotes, que terão a chance de entrar em contato com a natureza e viver com outros exemplares de sua espécie.
Entrega das novas aves pode atrasar
As ararinhas ainda não estão a caminho do Brasil devido ao surto de gripe aviária na Europa, o que precisa ser analisado pela Vigilância Agropecuária da Alemanha. Entretanto, o viveiro do país é o principal órgão para a reintrodução da espécie.
“Caso não seja possível trazer as aves em janeiro, a gente vai verificar se consegue, com os animais que nasceram aqui no Brasil, fazer uma soltura, porque uma coisa importante é o número de aves. Quanto maior o número do grupo, maiores são as chances de sucesso”, disse Camile Lugarini, coordenadora do instituto.
Embora a expectativa do grupo seja de que as aves estejam em solo brasileiro até o final de janeiro, esse processo pode atrasar um pouco, ou mesmo não acontecer.
Além disso, o estado de saúde dos animais quando chegarem ao Brasil, bem como a genética deles, contam – e muito – para tornar a população ainda maior e restabelecer a espécie no país.

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